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10 últimas definições acrescentadas

Do-in é uma técnica de automassagem de origem japonesa que utiliza de pressão manual nos pontos dos   meridianos energéticos do corpo humano, conhecidos nas práticas da medicina tradicional chinesa, tais como a acupuntura.

É usada também como técnica de primeiros socorros para certos males, na qual o próprio paciente pode se autoaplicar.

A massagem consiste, basicamente, no emprego de dois tipos de toque:

* Sedação - pressão contínua sobre um ponto;
* Estimulação - pressão intermitente sobre um ponto.



Drenagem linfática é uma técnica da Fisioterapia que facilita a circulação da linfa e a expulsão desta, junto com microorganismos e substâncias não necessárias ao corpo. A linfa é o líquido existente nos vasos dos gânglios linfáticos e contêm substâncias orgânicas e inorgânicas, resíduos e toxinas.

Essa técnica foi desenvolvida em 1932 pelo terapeuta dinamarquês Vodder e sua esposa e, posteriormente, foi aprimorada tornando-se popular.

A drenagem linfática traz inúmeros benefícios, como estimular a regeneração dos tecidos, melhorar o sistema imunitário, é relaxante e tranqüilizante, combate a celulite e a gordura localizada e ainda melhora a ação antiinflamatória do organismo.



  Medicina Annuri é a forma mais completa da Terapia   Su Jok, que inclui diversos microssistemas do corpo. "Annuri" significa "de todos".



Na Terapia Su JOk, "Su" quer dizer "mão" e "Jok" quer dizer "pé". Essa é uma terapia que se utiliza das mãos e dos pés para curar doenças. Criada no final da década de 70 pelo Professor Park Jê Woo, Médico Tradicional Chinês formado pela Universidade de Seul, Coréia do Sul e em Física pela Universidade de Moscou, Rússia, que se interessou se pela forma de atuação dos microssistemas do corpo.
Com o tempo, aplicou suas novas descobertas a outros microssistemas:
- o microssistema dos pés,
- o microssistema do pavilhão auricular,
- o microssistema craniano
- o microssistema de cada dedo etc.

Essa técnica mais completa foi batizada de "  Medicina Annuri".



Um dos nomes pelos quais são conhecidos os "canais de energia" (  qi) utilizados na acupuntura e outros métodos terapêuticos da medicina tradicional chinesa, chamados em chinês de Jing Luo.

Existem várias formas de classificar/agrupar os   meridianos, dependendo dos pontos de referências relacionados. Como por exemplo:

*   meridianos principais, também conhecidos por regulares. Existem em pares (bilaterais - um para cada lado direito/esquerdo do corpo). São em número de 12 pares. Eles estão relacionados com órgãos, vísceras ou funções. Existe ainda uma classificação dos elementos chineses para estes   meridianos: metal, água, madeira, fogo e terra.
*   meridianos extraordinários, também conhecidos por vasos maravilhosos. São em número de 8.
*   meridianos distintos. São em número de 12.
*   meridianos tendino-musculares. São em número de 12.



O termo   psicoterapia refere-se às intervenções psicológicas que buscam melhorar os padrões de funcionamento mental do indivíduo e o funcionamento de seus sistemas interpessoais (família, relacionamentos etc.). Como todas as formas de intervenção clínico-psicológicas, a   psicoterapia utiliza meios psicológicos para atigir um fim específico (a cura ou a diminuição do sofrimento do paciente, geralmente causado por um transtorno mental), baseia-se no corpo teórico da psicologia e é praticada por pessoal especializado (o psicoterapeuta ou psicólogo clínico) em um determinado contexto formal (individual, em casal, com a presença de familiares, em grupo - de acordo com a indicação).



É um conjunto de técnicas psicológicas e fisiológicas usadas para a modificação gradual da atenção. Durante este processo, o grau de suscetibilidade à   hipnose é medido pela capacidade dos pacientes em desconectar sua consciência do mundo exterior e se concentrar em experiências sugeridas pelo hipnólogo. Quanto maior for essa capacidade, maior serão as possibilidade do paciente desenvolver fenômenos hipnóticos sugeridos, dentre os quais podemos destacar: amnésia total ou parcial da experiência hipnótica, anestesia, modificação da percepção, alucinações, crises histéricas, aguçamento da memória, modificação nas respostas fisiológicas, entre outros.(LOPES,2005.)

Hipnose, no sentido de transe ou estado hipnótico, pode ser auto-induzida ou alter-induzida.

Hipnose auto-induzida, também chamada de auto-  hipnose, consiste na aplicação das sugestões hipnóticas em si mesmo.

Hipnose alter-induzida pode, por analogia, ser chamada alter-  hipnose — embora esta não seja expressão de uso corrente — e consiste na aplicação de sugestões hipnóticas por outra (latim alter = outro) pessoa (o hipnotizador) num aquiescente (hipnotizado, paciente).

O termo "  hipnose" (grego hipnos = sono + latim osis = ação ou processo) deve o seu nome ao médico e pesquisador britânico James Braid (1795-1860), que o introduziu pois acreditou tratar-se de uma espécie de sono induzido. (Hipnos era também o nome do deus grego do sono). Quando tal equívoco foi reconhecido, o termo já estava consagrado, e permaneceu nos usos científico e popular.



Placebo (do latim placere, significando "agradarei") é como se denomina um fármaco ou procedimento inerte, e que apresenta efeitos terapêuticos devido aos efeitos fisiológicos da crença do paciente de que está a ser tratado.

Muitos médicos também podem atribuir efeito   placebo a medicamentos com princípios activos, mas que apresentam efeitos terapêuticos diferentes do esperado. Por exemplo, um comprimido de vitamina C pode aliviar a dor de cabeça de quem acredite estar ingerindo um analgésico, sendo um exemplo clássico de que o que cura é não apenas o conteúdo do que inferimos mas também a forma. Seguindo esta corrente de pensamento, o dicionário médico Hooper cita o   placebo como "o nome dado a qualquer medicamento administrado mais para agradar do que beneficiar o paciente".

O   placebo pode ser eficaz porque pode reduzir a ansiedade do paciente, revertendo assim uma série de respostas orgânicas que dificultam a cura espontânea:

* Aumento da frequência cardíaca e respiratória
* Produção e liberação de adrenalina na circulação sanguínea
* Contracção dos vasos sanguíneos

Essas respostas orgânicas são vantajosas para reacções de fugir ou lutar contra agressores externos. Mas também prejudicam a cicatrização e o fluxo de leucócitos, e são, portanto, prejudiciais para o processo de cura, sendo aqui o efeito   placebo bastante útil.

O efeito   placebo pode ainda ser usado para testar a validade de medicamentos ou técnicas verdadeiras. Consiste, por exemplo, no uso de cápsulas desprovidas de substâncias terapêuticas ou contendo produtos conhecidamente inertes e inócuos, que são administrados a grupos de cobaias humanas ou animais para comparar o efeito da sugestão no tratamento de doenças, evitando-se atribuir possíveis resultados terapêuticos a tratamentos sem valor. Na comparação com   placebo estabelece-se a validade de um medicamento ao compará-lo com os processos de cura espontânea ou por sugestão. O princípio subjacente é o de que num ensaio com   placebo, parte do sucesso da substância activa é devido não a esta mas sim ao efeito   placebo da mesma.



A   psicossomática é uma ciência interdisciplinar que integra diversas especialidades da medicina e da psicologia para estudar os efeitos de fatores sociais e psicológicos sobre processos orgânicos do corpo e sobre o bem-estar das pessoas.

A palavra   psicossomática, na visão dos profissionais de saúde que compreendem o ser humano de forma integral, não pode ser compreendida como um adjetivo para alguns tipos de sintomas, pois tanto a medicina quanto a psicologia estão percebendo que não existe separação entre mente, corpo, alma e espírito que transitam nos contextos sociais, familiares, profissionais e relacionais. Então,   psicossomática é uma palavra substantiva que pode ser empregada para qualquer tipo de sintoma, seja ele físico, emocional, psíquico, espiritual, profissional, relacional, comportamental, social ou familiar.

Por isso, na visão junguiana ou da psicologia integral, todo sintoma é psicossomático e pode ser um meio para que o processo do autoconhecimento possa acontecer e, por isso mesmo, Hipócrates, o pai da medicina, no seu aforismo já citava: "Homem, conheça-te a si mesmo, para poder conhecer os deuses e reconhecer o Deus que habita em ti". Então, qualquer sintoma ou queixa pode ser entendido como uma manifestação   psicossomática, além de ser uma janela de oportunidade para o autoconhecimento!

O termo também pode ser compreendido, tal como descreve Mello Filho, como "uma ideologia sobre a saúde, o adoecer e sobre as práticas de saúde, é um campo de pesquisas sobre estes fatos e, ao mesmo tempo, uma prática, a prática de uma medicina integral". Passou por séculos de elaboração até ser definida pela primeira vez por Heinroth (  psicossomática, 1918 e somatopsíquica, 1928). A   psicossomática evoluiu das investigações psicanalíticas que contribuem para o campo com informações acerca da origem inconsciente das doenças, a vantagem que o indivíduo obtém, mesmo que indiretamente, quando adoece, etc. Em seguida dos estudos behavioristas com homens e animais. Atualmente a   psicossomática tem se desenvolvido segundo uma ótica multidisciplinar promovendo a interação de vários profissionais de saúde, dentre eles, médicos, fisioterapeutas e psicólogos.

Literalmente e redutivamente, alguns profissionais de saúde ainda fazem a distinção entre as doenças   psicossomáticas e outras de fatores genéticos, acidentais, ambientais ou orgânicos e, neste caso limitam as manifestações   psicossomáticas exclusivamente nas alterações com causas de origem psicológicas. Aceitando que a mente, por não conseguir resolver ou conviver com um determinado conflito emocional, passa a produzir mecanismos de defesa com o propósito de deslocar a dificuldade e/ou "ameaça" psíquica para o corpo. Com isso, acaba drenando, na forma de doença e seus respectivos sintomas, o afeto doloroso.



A Gestalt-Terapia, também conhecida como Terapia Gestalt, é uma abordagem psicoterápica baseada no ideal experimental do "aqui-agora" e nas relações com os outros e com o mundo, e foi co-fundada por Fritz Perls, Laura Perls e Paul Goodman nos anos 1940-1950. Está relacionada com, mas não é a mesma coisa que, a psicologia gestalt e a   psicoterapia teórica gestalt de Hans-Juergen Walter.

Inicialmente baseada nas idéias da psicologia gestalt e na   psicoterapia tradicional, a terapia gestalt foi desenvolvida como modelo psicoterapeutico, com uma teoria bem desenvolvida que combina abordagens fenomenológicas, existencialistas, dialógicas e de campo ao processo de transformação e crescimento dos seres humanos.

Perls sempre frisou que a gestalt-terapia não era uma criação original sua, mas, pelo contrário, uma união de vários conhecimentos da área de psicologia, que ainda não havia sido experimentado por ninguém. Cabe a gestalt-terapia a configuração destes conhecimentos, dando a eles uma abordagem própria.

Os métodos e objetivos variam de acordo com os autores, para Perls o objetivo da terapia é saltar do apoio ambiental para o auto-suporte (self-suport). Em outro momento encontramos como objetivo da Gestalt-Terapia a Awareness. Awareness é uma palavra sem conceituação exata para o português, no entanto ela é utilizada para conceituar o que muitos chamam continuum de consciência, para outros seria uma transcendência da consciência de si. Essa consciência refere-se a capacidade de aperceber-se do que se passa dentro de si e fora de si no momento presente, em nível corporal, mental e emocional.



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